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Diogo Dantas

Bastidores dos clubes e da seleção brasileira e notícias do mercado da bola
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Hulk pelo Fluminense — Foto: MARCELO GONÇALVES / FLUMINENSE F.C
O cenário sem patrocínio de casa de apostas no futebol brasileiro causa prejuízo especial ao Fluminense, que sofre sem o apoio da Superpet e teme dificuldade de pagar seus jogadores.
O clube admite que a situação não é confortável, com perda estimada de 20% das receitas, mas tenta manter os salários e direitos de imagem em dia. Há relatos de atrasos de alguns valores aos atletas.
Nos bastidores, a diretoria sabe que tem uma folha salarial elevada nos últimos anos e tenta honrá-la, através de alguns acordos com o elenco. Como em relação a férias, luvas e imagem.
O Fluminense espera que os recursos das bets voltem a ser liberados e vai ao STF recorrer como outros clubes. A ideia é evitar venda de jogadores além do necessário.
SAF engatinha
A venda da SAF, por sua vez, segue estacionada. O clube negocia valores, mas está longe de ter um acordo com o investidor ligado ao banco BTG.
BTG que, aliás, tem papel importante na infraestrutura financeira de cerca de 70% do mercado de apostas reguladas no Brasil.
A venda da SAF ainda é prioridade no Fluminense para não deixar Flamengo, Palmeiras e agora o Vasco e outras SAFs sobrarem em termos de investimento.
O alerta ligado em relação ao futuro tem objetivo de equacionar a dívida do clube e poder ter um aporte para se manter competitivo na Série A. A tendência ainda é que a SAF avance até o fim do ano.
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