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O meia Martinelli, do Fluminense, foi convocado para a seleção brasileira após a lesão de João Pedro. Aos 24 anos, ele vive a primeira experiência na seleção principal e expressou gratidão ao clube carioca por sua formação. Martinelli destacou a importância de ídolos como Casemiro e Fabinho em sua carreira. No amistoso contra a Austrália, que terminou 1 a 1, ele não jogou, mas espera estrear no próximo confronto. O jogador enfatiza a seriedade e a adaptação ao esquema do técnico Carlo Ancelotti.

O meia Martinelli está vivendo seus primeiros dias com a camisa da seleção brasileira, após ser chamado para substituir o atacante João Pedro, que lesionou o joelho pelo Chelsea. Em entrevista à CBF TV, o jogador do Fluminense falou sobre a nova experiência e quer aproveitar a oportunidade no elenco de Carlo Ancelotti.

“É um sentimento de um sonho realizado. Todo jogador quer vestir o escudo da seleção. Só tenho que agradecer a Deus pela oportunidade, ao professor e todo o staff. E cada dia que passa aqui estou desfrutando ao máximo, vivendo intensamente, porque a gente sabe como é difícil estar aqui. Temos que nos sentir privilegiados e dar a nossa vida pela seleção”.

Martinelli em treino com a seleção brasileira Foto: Reprodução/Instagram: martinelli.08

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Aos 24 anos, o meio-campista defende as cores da equipe profissional do Fluminense desde 2020 e não tem histórico pelas seleções de base do Brasil. Embora não tenha recebido o mesmo holofote que outros companheiros de Xerém, como André, atualmente no Wolverhampton, e o próprio João Pedro, o jogador conquistou espaço pela regularidade e falou como recebeu a notícia da convocação.

“Quando recebi a ligação que infelizmente o João Pedro teve uma lesão e eu fui chamado, fiquei muito feliz. No outro dia, o Thiago (Silva), que trabalhou com ele no Milan, comentou comigo, me passou algumas coisas. Esse momento é muito importante na minha carreira e espero ajudar muito o mister e todos os nossos companheiros da seleção”.

Martinelli também aproveitou para agradecer ao Fluminense, o único clube que defendeu profissionalmente até então. “É o clube que me fez homem, me fez jogador, que me deu oportunidade de mostrar meu futebol”. “Tenho total gratidão ao clube. E vou continuar dando a vida pelo meu time para que possa estar mais vezes aqui”.

O jogador também revelou suas inspirações no futebol e citou nomes recentes da seleção brasileira, como Fred, do Atlético-MG, Casemiro e Fabinho.

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“É difícil citar todo mundo, mas quem eu via na televisão eram Casemiro, que eu gostava muito, Fabinho, e um pouco mais antigo o Kléberson, que não peguei muito, mas via vídeos e o pessoal comenta que era um baita meio-campista. O próprio Fred, que acabou de voltar para o Brasil, era um cara que eu sempre gostei de ver jogando”.
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No primeiro amistoso diante da Austrália, que terminou empatado por 1 a 1, o meia permaneceu no banco de reservas. Agora a expectativa da estreia fica para terça-feira (29), diante do mesmo adversário, em Brisbane.
“A gente sabe que são jogos importantes para nós. É o início de uma trajetória, de uma caminhada. A gente está encarando esses jogos com muita seriedade”. “É uma equipe que tem suas qualidades, que é forte fisicamente, estamos conversando para que a gente possa evoluir a cada jogo, sentir à vontade e se adaptando dentro do esquema que o Mister quer”.
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