Manoela Alcântara

Os advogados da campanha de Lula alegram que a "Tropa do Flávio" deve seguir mesmas regras legais que "Exército do Lula"

Manoela Alcântara
14/10/2026 16:59, atualizado 14/10/2026 17:02
Reprodução/WhatsApp
A Coligação Brasil Pronto para Mais pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que também suspenda por 48 horas o canal “Tropa do Flávio“, conforme ocorro com o “Exército do Lula“.
Os advogados da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmam que “trata-se de exigir que o mesmo Tribunal, diante de situações equivalentes e submetidas ao mesmo regime jurídico, adote consequências jurisdicionais equivalentes, salvo demonstração objetiva de distinção juridicamente relevante”.
Um dos argumentos é de que, no processo em que o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, suspendeu o canal “Exército de Lula” por 48h há a alegação de que essa atitude é a prevista na lei. Ou seja, quando a campanha registra um canal, é necessário que se passe 48 horas para ele ser reabilitado.
Agora, a campanha de Lula pede que a mesma regra seja aplicada ao canal de Flávio Bolsonaro (PL), também candidato à Presidência da República.
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“Assim como no caso do canal “Exército do Lula”, o canal de campanha de Flávio Bolsonaro foi indicado à Justiça Eleitoral apenas recentemente, motivo pelo qual deveria cumprir o mesmo período de “suspensão” aplicado pelo Presidente do TSE à rede “Exército do Lula””, diz o documento.
A petição da Coligação Brasil Pronto Pra Mais pede tratamento igualitário ao TSE, de modo que canais de campanha que estejam na mesma situação sejam submetidos às mesmas regras pelo Tribunal.


