Quarto de Despejo é um romance gráfico, adaptação da obra homônima da escritora brasileira Carolina Maria de Jesus. Com roteiro de Triscila Oliveira, ilustrações de Preta Ilustra, arte-final de Hely de Brito e Emanuelly Araujo, sendo publicado pela editora Ática em 2024. O lançamento do livro fez parte das comemorações do aniversário de 110 anos da escritora.
O projeto da adaptação foi elaborado pela coordenadoria editorial de literatura e informativos da Somos Educação, grupo do qual a editora Ática faz parte. Para o projeto, foram convidadas quatro artistas negras e, com exceção de…
Quarto de Despejo é um romance gráfico, adaptação da obra homônima da escritora brasileira Carolina Maria de Jesus. Com roteiro de Triscila Oliveira, ilustrações de Preta Ilustra, arte-final de Hely de Brito e Emanuelly Araujo, sendo publicado pela editora Ática em 2024. O lançamento do livro fez parte das comemorações do aniversário de 110 anos da escritora.
O projeto da adaptação foi elaborado pela coordenadoria editorial de literatura e informativos da Somos Educação, grupo do qual a editora Ática faz parte. Para o projeto, foram convidadas quatro artistas negras e, com exceção de apenas uma, periféricas.
Prêmios
Em 2025, a publicação ganhou o Troféu HQ Mix de melhor adaptação para os quadrinhos e o Prêmio Angelo Agostini de melhor roteirista.
Associação Dialogay é uma organização não governamental (ONG) brasileira fundada em 1981 pelos ativistas Wellington Gomes Andrade e Luiz Mott e atualmente é presidida por Paulo Lira. É reconhecida como a primeira organização voltada à defesa dos direitos da população LGBTQIAPN+ do estado de Sergipe, e também como o segundo grupo gay fundado no Brasil, tendo atuado por mais de duas décadas até 2003. Em janeiro de 2025, a entidade foi relançada com o objetivo de retomar suas atividades em defesa e promoção de direitos da comunidade LGBTQIAPN+ em Sergipe. Sua sede atual, localizada em…
Angela Carne e Osso é a personagem principal do filme A Mulher de Todos, dirigido e escrito por Rogério Sganzerla. Por esse papel, Helena Ignez recebeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Brasília, em 1969. A personagem acabou sendo revolucionária, por ser uma mulher irreverente e rebelde, exercendo total fascinação nos homens, consumindo-os à curtíssimo prazo, abandonando-os em seguida.
A performance de Ignez como Angela Carne e Osso foi referência para muitas atuações femininas no cinema brasileiro, sendo uma influência em direção a uma espontaneidade maior. Ao lado de Sônia Silk de…